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	<title>Arquivos justiça - Parem as Máquinas</title>
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	<description>A verdade que não contaram</description>
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		<title>Justiça nega pedido de prisão preventiva de policiais sergipanos suspeitos de matar empresário paraibano na cidade de Santa Luzia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Parem as Máquinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 21:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pedido prisão preventiva foi negado pelo juiz Rossini Amorim Bastos, da Comarca de Santa Luzia, que no despacho alegou que o delegado da Polícia Civil, Osvaldo Resende Neto, o policial civil José Alonso de Santana e o policial militar Gilvan Moraes de Oliveira (Sargento Gilvan), concretamente não oferecem os riscos fundamentados no pedido do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pedido prisão preventiva foi negado pelo juiz Rossini Amorim Bastos, da Comarca de Santa Luzia, que no despacho alegou que o delegado da Polícia Civil, Osvaldo Resende Neto, o policial civil José Alonso de Santana e o policial militar Gilvan Moraes de Oliveira (Sargento Gilvan), concretamente não oferecem os riscos fundamentados no pedido do ministério público (garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e resguardo da aplicação da lei penal), &#8220;por esse motivo indefiro os pedidos de prisões preventivas dos denunciados&#8221;, disse o magistrado.</p>
<p>O promotor de justiça do Ministério Público da Paraíba que acompanha o caso informou que vai recorrer da decisão.</p>
<p><strong>Conclusão do Inquérito</strong></p>
<p>A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito que apurou a morte do advogado Geffesson de Moura Gomes, e representou pela prisão preventiva dos policiais do estado de Sergipe, Osvaldo Resende Neto, José Alonso de Santana e Gilvan Moraes de Oliveira (Sargento Gilvan), envolvidos no crime. Eles foram indiciados por cometerem os crimes de homicídio qualificado e fraude processual, pela adulteração da cena do crime.</p>
<p>O relatório final já foi enviado ao Ministério Público, que acatou a conclusão da Polícia Civil e ofereceu denúncia à Justiça contra os policiais que foram presos provisoriamente até a conclusão do inquérito.</p>
<p>O delegado Glauber Fontes, designado em caráter especial para apurar o caso, destacou alguns pontos que foram essenciais para a conclusão do inquérito e que justificam o pedido de prisão preventiva dos policiais sergipanos.</p>
<p>“Os policiais estavam ali não para prender, mas para executar, pois os disparos comprovam isso, sendo oito disparos à queima roupa. Além disso, para tentar ludibriar a investigação eles jogaram uma arma no carro da vítima e apresentaram essa arma apenas na Delegacia de Patos e não no local do crime, caracterizando o crime de fraude processual”, disse o delegado Glauber Fontes.</p>
<p>Outros agravantes foram encontrados durante a investigação da Polícia Civil da Paraíba, que revelou que o delegado da Polícia Civil de Sergipe, Osvaldo Resende, já tinha envolvimento em uma situação muito semelhante no ano de 2020 em Tamandaré, quando assassinou o tio de Luiz Henrique, que era o alvo que eles realmente queria, ou seja, já havia um problema familiar entre a equipe do delegado e o investigado Luiz Henrique, que era o alvo que eles procuravam”, destacou Glauber Fontes.</p>
<p>O que o relatório aponta é que o advogado Geffesson de Moura Gomes foi morto por engano, pois o alvo da equipe sergipana era o investigado Luiz Henrique Cunha Carvalho. Outro ponto é a questão da arma que foi atribuída a Geffesson. Segundo o delegado Glauber Fontes, a arma tinha sido revendida para um policial militar do estado de Sergipe que, inclusive, encontra-se preso.</p>
<p>O delegado Sylvio Rabelo, da 3ª Superintendência de Polícia Civil da Paraíba, que investiga os casos relacionados a várias cidades do Sertão, destacou que o relatório é preciso e com base em uma investigação minuciosa, não deixando dúvidas quanto as autorias do crime.</p>
<p>“No que tange à autoria, não remanescem dúvidas. O autor dos oito disparos de arma de fogo que ceifaram a vida da vítima foi o delegado da Polícia Civil do estado de Sergipe, Osvaldo Resende Neto. Os policiais José Alonso de Santana e Gilvan Morais de Oliveira deram o apoio necessário para a consumação do crime ao realizarem as abordagem com o propósito previamente definido: localizar e executar a vítima Luiz Henrique Cunha Carvalho. O que deu errado, no momento da consumação do crime, foi o fato de Geffesson ter sido confundido com Luiz Henrique”, ressaltou delegado Sylvio Rabelo.</p>
<p>“O Ministério Público já ofereceu denúncia e concordou com a Polícia Civil quanto à prisão preventiva dos indiciados. Ficamos agora no aguardo da decisão judicial que deverá sair nas próximas horas”, concluiu o delegado Glauber Fontes.</p>
<p>ENTENDA O CASO</p>
<p>No dia 16 de março deste ano, por volta das 22h, uma equipe da Polícia Civil de Sergipe entrou em território paraibano para realizar diligências quando abordou o advogado Geffesson de Moura Gomes, que trafegava pela rodovia federal BR-230, à altura do município de Santa Luzia, sertão do estado,</p>
<p>O objetivo era prender um grupo criminoso que atua em roubos de cargas e outros crimes em Sergipe e que havia se escondido na Paraíba. Os policiais de Sergipe estavam de posse de mandados de prisão expedidos pela Justiça para serem cumpridos durante a ação.</p>
<p>Os policiais sergipano, no entanto, não deram qualquer chance do advogado paraibano se explicar ou se apresentar, pois, ao confundí-lo com um dos procurados, já foram atirando e atingiram a vítima com oito disparos à queima-roupa.</p>
<p>Eles ainda levaram a vítima, já sem vida, e a deixaram na frente do hospital de Santa Luzia. Também apresentaram uma arma de fogo à Delegacia de Patos como se fosse do advogado e alegando tê-la encontrado no carro do mesmo.</p>
<p>A Polícia Civil da Paraíba instaurou inquérito e investigou o caso, pedindo, a princípio, a prisão temporária dos suspeitos, e agora com a conclusão do inquérito, representou e o Ministério Público acatou, oferecendo denúncia pela prisão preventiva dos policiais sergipanos.</p>
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